Ficção - Praia, Mar e Brisa

Praia, Mar e Brisa é uma série literária sobre liberdade, amor, amizade e risco na vida adulta contemporânea.

Entre a Barra da Tijuca e Nova York, seus personagens vivem escolhas, desejos, rupturas e reencontros que revelam o quanto é difícil — e necessário — construir uma vida própria quando o mundo oferece tantos caminhos, tantas promessas e tão poucas garantias.

Volume 1 — Amizade e Amor no Rio de Janeiro

Onde tudo começa — e nada é simples como parecia.

O Rio de Janeiro é o cenário, mas o que está em jogo é interno. Lucas, André e Lara se encontram no ritmo agitado entre a Barra da Tijuca e o resto de uma cidade que nunca para — e descobrem que a vida adulta cobra o que a juventude prometeu resolver mais tarde.

Há desejo, lealdade e escolhas que parecem pequenas mas não são. Há também o que ninguém diz em voz alta: que amar alguém e construir uma vida própria raramente andam no mesmo passo.

O primeiro volume instala os personagens no mundo que habitam — e começa a mostrar que esse mundo tem regras que eles ainda estão aprendendo a ler.

 Volume 2 — Juventude, Corpos e Riscos

Quando o corpo sabe antes da cabeça.

O risco aparece no corpo antes de virar pensamento: na velocidade, no desejo, na noite esticada além do que era prudente. André acorda sem lembrar o nome de quem saiu mais cedo. Lucas opera o mercado asiático às três da manhã como se dormir fosse uma forma de perder. Lara faz uma escolha que parecia pequena e descobre que não era.

No segundo volume, os personagens testam os limites — e o limite mais difícil não é o do corpo. É o momento em que a adrenalina passa e sobra a pergunta: o que eu estava evitando enquanto corria?

Um volume sobre o prazer de arriscar — e sobre o que fica quando o risco passa.

 Volume 3 — Céu Azul, Armas Escondidas

Nem tudo que parece calmo está quieto.

O cenário muda, a tensão aumenta. Debaixo da superfície de uma vida que funciona — carreiras que avançam, relações que se estabilizam, rotinas que se instalam — há algo que não foi resolvido. Escolhas adiadas. Conflitos enterrados. Acordos não ditos que começam a cobrar juros.

O terceiro volume é o ponto de virada da série. O que estava oculto começa a aparecer. Os personagens se veem diante de versões de si mesmos que não escolheram, em situações que não controlam completamente.

A liberdade que achavam ter construído revela suas fundações — e algumas delas são mais frágeis do que pareciam.

 Volume 4 — Fumaça, Tiros e Acordos

O que resta quando a poeira baixa.

Toda história chega a um momento em que não é mais possível adiar. No quarto volume, os personagens enfrentam o que acumularam: as dívidas afetivas, as lealdades que sobreviveram e as que não sobreviveram, as versões de si mesmos que ficaram pelo caminho.

Entre Nova York e o Rio, entre o que foi e o que ainda pode ser, Lucas, André, Lara e os demais chegam a acordos — com o mundo, com os outros, consigo mesmos. Alguns desses acordos são vitórias. Outros são apenas o jeito possível de seguir em frente.

Um volume sobre o que sobra depois de tudo: não a resolução, mas a escolha de continuar — sabendo mais, carregando mais, sendo mais do que eram no começo.